Sanjoanense à procura de ajudas para Obras do Piso

“100 apoios x 100 tacos”, é assim que a Sanjoanense almeja conseguir fundos para as obras do ringue do Pavilhão dos Desportos.

A ideia, apresentada pelo presidente, Luís Vargas Cruz e pelo responsável pela secção, Henrique Almeida, em conferência de imprensa realizada na sede do clube, passa por tentar arranjar 100 pessoas/adeptos/entidades/empresas que se disponibilizem a dar 100€ o que faria um total de 10.000€ que cobriria grande parte das despesas da obra.

Para isso, a Sanjoanense tentará recompensar os doadores com um azulejo numa das paredes do pavilhão com o primeiro e último nome do doador ficando, assim, a sua ajuda para a posterioridade.

E porque o país está em crise e 100€ são um valor considerável, aqueles que quiserem contribuir com um valor menor também o podem fazer, transferindo o montante desejável para o NIB do clube ou, então, adquirindo rifas numa iniciativa lançada pela secção de hóquei que irá efectuar um sorteio de Natal com 4 prémios, cuja parte do prémio reverterá a favor do piso.

Dado que o valor da obra é substancialmente inferior à intervenção realizada nos balneários do Estádio, a ideia será apostar muito numa comunicação forte com o “passa-a-palavra” para que a cidade não seja estrangulada após muitas entidades terem contribuído para as obras do Conde Dias Garcia.

À semelhança dos trabalhos nos balneários, que contaram com uma comissão de obras, também esta intervenção terá uma comissão de obras composta por cinco sócios: António Anacleto, Carlos Henriques, Luís Filipe Pinho, Manuel Ribeiro e Paulo Vieira com uma missão específica de dar a conhecer as iniciativas previstas.

Para Luís Vargas, esta era uma intervenção “de carácter urgente” pelo “péssimo estado em que o piso se encontrava”, naquilo que considerava ser um “autêntico perigo para a saúde dos praticantes de hóquei, nomeadamente os mais pequenos, pelas farpas que saíam do piso”.

O presidente alvi-negro frisa que o clube espera que a Câmara Municipal colabore com alguma percentagem da verba, tal como foi essa a intenção manifestada em reuniões já realizadas.

Inglês Alex Mount ingressa nos Sub-17

A secção de hóquei em patins da Sanjoanense volta a ter um jogador britânico nos quadros da sua formação. Depois de Michael e William, que representaram os juniores dos alvi-negros em 2012-2013, agora é a vez de Alex Mount, de 16 anos, passar uma temporada em Portugal, ao abrigo de uma cooperação existente entre a selecção inglesa, treinada por Carlos Amaral e a Sanjoanense.

Alex Mount é avançado, dotado de um grande potencial e conta já com experiência a nível internacional, tendo participado no Europeu de Sub-17 e irá estar no Europeu de Sub-20, em Valongo.

Segundo Henrique Almeida, responsável pela secção, Alex Mount está “ao nível dos três melhores jogadores dos sub-17 e irá ser uma mais-valia para a equipa”. O jovem irá estudar numa das escolas da cidade, aprendendo português e evoluindo na modalidade ao serviço de um dos mais conceituados clubes portugueses.

Alex Mount irá fazer a sua estreia já esta Quarta-Feira, em encontro a disputar com o Cucujães para o Campeonato Regional de Sub-17.

Sanjoanense cai na Taça de Portugal

  • Formação de São João da Madeira nunca se conseguiu impor verdadeiramente mas merecia melhor resultado.
  • Apesar da culpa própria, a agressividade dos homens de Espinho e o estado do relvado impediram uma melhor exibição.

 

Depois de isenta na primeira eliminatória da Taça, a Sanjoanense deslocou-se a Espinho no último domingo para discutir, com a formação local, o acesso à terceira fase da competição.

 Em alta no Campeonato Nacional de Seniores (CNS), os comandados de Pêpa procuravam dar seguimento ao bom momento, enquanto o Espinho, depois de um início de época menos bom, tinha, na Taça de Portugal, uma excelente oportunidade de se erguer.

No estádio comendador Manuel Violas, com um relvado que deixava muito a desejar, Espinho e Sanjoanense entraram a respeitar o adversário, com uns primeiros 15 minutos de pouco risco e jogo muito dividido a meio-campo.

A Sanjoanense parecia melhor, com mais fio de jogo e envolvência, mas seria a formação da casa a criar perigo, já perto do minuto 20, quando Jonathan cruzou desde a direita e Samate, já na pequena área, não conseguiu o melhor desvio, atirando por cima.

A oportunidade de golo acordou o Espinho e os tigres acabariam mesmo por chegar ao golo, já depois de um remate perigoso de Miguel Moreira. À passagem da meia hora, uma desconcentração defensiva da Sanjoanense obrigou Muxa a travar um adversário já dentro da área e, chamado a converter o castigo máximo, o capitão Ricardo Correia não desperdiçou.

Em desvantagem, a Sanjoanense tinha que correr atrás do prejuízo mas não conseguia impor-se, muito por culpa da agressividade que pautava o jogo dos homens de Espinho. E que o diga Gian que, pelo seu poder físico e qualidade, foi um alvo em movimento durante todo o jogo!

Ao intervalo o resultado aceitava-se, face ao maior rendimento da formação local e exigia-se mais dos comandados de Pêpa, que pareciam apáticos e, por vezes, sem ideias.

O treinador alvinegro sabia disso e bem tentou dar um novo rumo ao jogo, ao lançar, já na segunda metade, Stefan para o lugar de Catarino, para tentar dar mais rapidez e rebeldia às alas. Mas, logo de seguida, novo balde de água fria. Tiago, que logo nos primeiros minutos da segunda parte tinha visto amarelo por protestos, tem uma entrada mais ríspida sobre Samate, tendo imediatamente recebido ordem de expulsão.

Com menos um homem, a tarefa adivinhava-se bem mais complicada mas nem por isso os homens de São João da Madeira baixaram os braços e, por volta dos 60 minutos, poderiam ter chegado ao empate, mas o cabeceamento de Vítor Silva, a passe de Muxa, saiu ao lado da baliza à guarda de Stephane.

Era, claramente, uma tarde «não» e nem a expulsão de Jonathan, também por acumulação de amarelos, se revelou benéfica. A Sanjoanense continuava muito esforçada mas em dificuldades e as oportunidades escasseavam.

E o Espinho lá tentava aproveitar, principalmente numa altura em que a formação alvinegra já jogava completamente balanceada no ataque. Tanto que, à passagem dos 75 minutos, os tigres estiveram perto de aumentar a vantagem, na sequência de um remate de Lapa ao poste da baliza de Pedro Justo.

Até final, nada iria mudar e a Sanjoanense, apesar do esforço, cai na 2ª Eliminatória da Taça de Portugal. Ficam por terra o sonho e a esperança de encontrar um grande do futebol nacional e centram-se as atenções no CNS, que se retoma já no próximo domingo com a deslocação a Gouveia.

 

11 Inicial: Pedro Justo, Tiago, João Pinto, Edgar e Muxa; Letz, Gian e Fogaça; Alex, Catarino e Vítor Silva.

 

Jogaram ainda: Stefan (Catarino), Pardal (Fogaça) e Piolho (Edgar).

 

 

Declarações de Pêpa:

 Pêpa, foi um jogo bastante equilibrado, decidido com uma grande penalidade ainda na primeira parte. Depois do que a Sanjoanense fez, sente que a derrota é um castigo demasiado pesado?

É pesado porque saímos daqui com a certeza de que podemos fazer mais e melhor. E a frustração é mesmo essa, a de saber que, se tivéssemos estado melhor, tínhamos passado esta eliminatória, mesmo contra o melhor Espinho. Mas o futebol é fértil nisto… Entrámos apáticos, o golo resulta de um erro de cobertura e acabámos por dar uma parte de avanço.

Na segunda parte pusemo-nos a jeito de algumas situações… Nos cinco minutos de desconto, por exemplo, jogou-se um. E isto foi-se arrastando ao longo do jogo. O Espinho, depois de marcar, ficou confortável, a jogar em casa, sempre com muitas faltas, mas nós é que nos pusemos a jeito. Independentemente do valor do Espinho, esta é a minha leitura.

E mesmo que não tenhamos estado bem, foi um jogo com muita luta, equilibrado e em que poderíamos, se tivéssemos tido maior agressividade e maior critério no último terço, ter saído vencedores.

Mas, acima de tudo, temos que nos queixar de nós próprios.

 

A agressividade do Espinho foi uma constante logo desde o início da partida. Sente que essa agressividade dificultou que a equipa impusesse o seu jogo?

Dificultou, mas quem está lá para ajuizar e segurar o jogo não somos nós… Houve entradas de sola, muito violentas e que não nos deixavam sair a jogar. Mas quem está lá para apitar é o árbitro, nós estamos para jogar.

Condicionou-nos um bocado, mas não serve de desculpa. Isso pode acontecer em vários jogos e não nos podemos agarrar ao critério do árbitro, temos que tentar sempre impor o nosso jogo, sabendo que, até agora, todos os jogos têm sido muito intensos e de grande luta.

 

Terminada a participação na Taça, a próxima deslocação é a Gouveia. O que é que se pode esperar do adversário?

É uma equipa que subiu, como nós, foi campeã na Associação da Guarda e voltamos à competição que é o objetivo principal, porque queremos estabilizar a equipa nos nacionais.

Mas é um jogo diferente e hoje [domingo] estou muito triste. No ano passado calhou-nos a fava, o Ribeirão tinha um orçamento enorme e não tivemos sorte no sorteio. Mas este ano sentimos que tínhamos uma possibilidade de sonhar…

Mas não foi possível e agora há que virar a página. A tristeza acaba hoje [domingo] e vamos começar já a trabalhar para o próximo jogo. E, com todo o respeito que tenho pelo Gouveia, vamos, como sempre, jogar para ganhar. Queremos os três pontos.

 

Resultados Finais do fim de semana

Futebol | Resultados Finais

Seniores | Sp. Espinho 1 – Sanjoanense 0

Juniores | Sanjoanense 4 – Sp. Espinho 2

Juvenis A | Gafanha 0 – Sanjoanense 6

Juvenis B | Rio-Meão 1 – Sanjoanense 5

Iniciados A | Beira-Mar 0- Sanjoanense 3

Iniciados B | Sanjoanense 1 – Feirense 3


Iniciados C | Sanjoanense 1 – Paramos 0

Agenda do Fim de Semana

Futebol | Agenda do fim de Semana

Seniores | Sp. Espinho – Sanjoanense domingo 15h -Taça de Portugal

Juniores | Sanjoanense – Sp. Espinho sábado 15h

Juvenis A | Gafanha – Sanjoanense domingo 9h
Juvenis B | Rio-Meão – Sanjoanense domingo 9h

Iniciados A | Beira-Mar – Sanjoanense domingo 11h
Iniciados B | Sanjoanense – Feirense domingo 11h
Iniciados C | Sanjoanense – Paramos domingo 9h

Ano de investimentos

Em Conferência de Imprensa realizada, ontem, na sede do Clube, no Pavilhão dos Desportos, o presidente Luís Vargas Cruz deu a conhecer o ponto da situação das obras nos balneários do Estádio Conde Dias Garcia e o início das Obras no Pavilhão Desportos. Relativamente às primeiras, finalmente há data para inauguração dos novos balneários que coincidirá com o feriado municipal que se celebra a 11 de Outubro. No dia seguinte, a recepção ao Gafanha apadrinha a estreia das infra-estruturas. O responsável máximo pelo clube fez questão de agradecer a algumas empresas, nomeadamente a Recer que ofereceu toda a cerâmica para os balneários, à Friparque que ofereceu duas caldeiras e um reservatório de 1000 litros, à Electro Sanjo que cedeu todo o material eléctrico e à Sanindusa que está em vias de chegar a entendimento com os alvi-negros para a colocação de todas as louças sanitárias. Luís Vargas explicou, ainda, que o orçamento para as obras sofreu um aumento devido às deficiências das redes de esgotos e porque, com esta panóplia de novas máquinas, foi necessário criar uma nova sala para as acolher. Relativamente ao Pavilhão dos Desportos, as obras iniciaram-se esta Segunda-Feira e, segundo o presidente da Sanjoanense, a “perigosidade que existia a nível de tacos indicava que um grave acidente podia acontecer a qualquer momento”. A enceradora do Bonfim foi a empresa escolhida, depois de analisadas várias propostas sendo que, para o clube, esta empresa ofereceu as melhores condições financeiras e de liquidação para a realização da obra, no menor espaço de tempo possível, que será de 15 dias. O valor total desta obra rondará os 15.000€ e brevemente serão anunciadas iniciativas para fazer face a estas despesas, sendo que há intenção da Câmara Municipal em comparticipar a obra. Com as obras no piso do pavilhão, a formação de andebol e de basquetebol pode, se desejar, voltar a jogar no Pavilhão Desportos faltando o aumento do ringue para que haja o regresso dos seniores.

Trabalho coletivo conjugou-se no pé esquerdo de Stefan

  • Sanjoanense encontrou algumas dificuldades mas superiorizou-se e conseguiu mais uma importante vitória.
  • Obra-prima de Stefan foi o momento da tarde.

 

Depois do empate sem golos, na última semana, no terreno do Camacha, a Sanjoanense recebeu o Marítimo C, a segunda formação madeirense presente na Série D.

Não conhecendo, à partida para o jogo, o sabor da derrota, os homens de São João da Madeira entraram determinados em continuar o bom desempenho até aqui demonstrado, procurando, desde cedo, a vantagem.

Ainda assim, foram os madeirenses os primeiros a criar perigo quando, à passagem dos 10 minutos, na sequência de um ataque pelo lado esquerdo, surge um potente remate, que obrigou Diogo a enorme defesa.

Com um jogo muito dividido e disputado a meio-campo, a Sanjoanense mostrava alguma dificuldade em impor-se, não conseguindo chegar com sucesso à zona de finalização.

O Marítimo, por seu lado, mostrava também poucos argumentos de registo e o nulo ao intervalo caracterizava uma primeira parte de baixo rendimento.

Para a segunda metade exigia-se mais e os comandados de Pêpa sabiam que teriam de trabalhar bastante para conseguir os três pontos. Mas, logo ao 10 minutos, Diogo foi obrigado a sair da área para evitar um contra-ataque que se adivinhava fatal e, depois de derrubar o avançado forasteiro, recebeu ordem de expulsão por parte de Sérgio Soares, o árbitro da partida.

Em inferioridade numérica, Pêpa colocou Pedro Justo e abdicou de Piolho, lançando também Stefan para o lugar de Catarino, optando por jogar com menos um homem no meio campo e mantendo a frente de ataque com três unidades.

E, pouco depois, a formação da Madeira ficaria também reduzida a dez unidades quando, a cerca de vinte minutos do final, Dino viu o segundo cartão amarelo, o que acabou por retirar alguma pressão aos homens da casa.

No entanto, apesar de melhor no segundo tempo e da estar já a justificar a vantagem, a Sanjoanense parecia não conseguir encontrar o caminho do golo até que, a 15 minutos do final da partida, Stefan resolveu à bomba um jogo que parecia destinado ao empate. Depois de uma arrancada pelo lado esquerdo, Muxa colocou a bola nos pés do jovem extremo e este, depois de bailar perante dois adversários, disferiu um potente remate, de pé esquerdo e ao ângulo, deixando Marco Jesus, o guarda-redes contrário, pregado ao relvado.

Até final a Sanjoanense soube gerir o resultado e os três pontos não fugiram, numa vitória justa, principalmente pelo domínio e trabalho demonstrados na segunda parte.

Com este resultado, a formação alvinegra mantém a liderança isolada da Série D e, na próxima jornada, desloca-se a Gouveia, em jogo da 5ª jornada da competição.

 

11 Inicial: Diogo, Tiago, João Pinto, Edgar, Muxa, Gian, Letz, Piolho, Alex, Catarino e Vítor Silva.

Jogaram ainda: Pedro Justo (Piolho), Stefan (Catarino) e Pardal (Tiago).

Escolas de Patinagem

Avisam-se todos os encarregados de educação que, devido às obras no Pavilhão da ADS, os treinos da escola de patinagem passam para o Pav. das Travessas, no mesmo horário.