Futebol Formação| Iniciados entram a vencer

Com golos de Rafa Cardoso e Nuno Soares, ambos no primeiro tempo, a Sanjoanense derrotou o Repesenses (2-1), abrindo a participação na Série C do Nacional de iniciados da melhor forma. A etapa inicial pertenceu por inteiro à equipa de S. João da Madeira, que podia, inclusivamente, ter chegado ao intervalo com uma vantagem mais confortável no marcador. Na segunda metade, o Repesenses conseguiu equilibrar um pouco a contenda, mas o melhor que conseguiu foi reduzir, aos 46 minutos.

A Sanjoanense divide a liderança da prova com o Beira-Mar, que também venceu o Avanca por 2-1. Os restantes três encontros terminaram igualados. O Fiães empatou na Gafanha (1-1), o Feirense diante do Gondomar (1-1) e a Oliveirense com o Académico de Viseu (0-0).

No domingo, o conjunto alvinegro recebe o Feirense.

A equipa de Juniores da Sanjoanense iniciou a Série B da 2.ª Divisão Nacional com um nulo na visita a Penafiel. O conjunto orientado por Carlos Santos esteve melhor durante a primeira metade, mais viu o guardião duriense, Miranda, negar o golo por duas vezes, com excelentes intervenções. A segunda parte foi mais equilibrada, mas pertenceu à Sanjoanense a melhor ocasião de todo o jogo. Aos 85 minutos, Lisboa dispôs de uma grande penalidade, mas desperdiçou.

O empate deixa a ADS na 6.ª posição, de uma tabela liderada pelo Feirense, que goleou o Vila Real, por 5-1. Seguem-se Lusitânia de Lourosa e Padroense, que derrotaram, por 2-1, Canidelo e Sp. Espinho, respetivamente.

No próximo sábado (17h), a Sanjoanense recebe o Lusitânia de Lourosa.

Fonte: Jornal Unico

Declarações de Pepa (com áudio)

A Sanjoanense entra a ganhar na nova época, num novo campeonato. Sendo um jogo igual a todos os outros e em que o pensamento é o da vitória, acredita numa motivação extra pela conquista dos três pontos, logo no primeiro jogo?

As vitórias são sempre a melhor vitamina em termos anímicos e de motivação. Temos que acreditar sempre no nosso trabalho, mas as vitórias ajudam a soltar mais o nervosismo normal de início de época, ainda por cima a jogar em casa, por haver a ideia de que existe mais responsabilidade e mais pressão. Mas entrar a ganhar é sempre importante.

A realidade e competitividade desta época são bem diferentes do ano passado. É justo dizer que a equipa ainda se encontra em adaptação, mesmo tendo em conta o número de jogadores experientes?

Está, claro! Temos experiência mas, se formos ver, a média de idades é baixa. Mas claro que vamos crescer todos juntos e hoje tivemos um sinal daquilo que nos espera: jogos muito intensos, com adversários de muita qualidade e jogos decididos em detalhes.
Tivemos uma fase do jogo, na primeira parte, em que fomos felizes, mas o futebol é assim… Aproveitámos essa fase mais feliz, fizemos um golo, acabámos por nos soltar um bocado, mas depois tivemos algumas desatenções que, contra equipas destas, neste campeonato, podem tornar-se complicadas. Foi um aviso e temos que ter em conta que uma fração de segundo pode mudar tudo.

Sente que as ausências do Gian e do Letz, ambas forçadas, possam ter provocado alguma coesão e segurança, principalmente nos processos defensivos?

Sim, fizeram muita falta, são jogadores agressivos, no bom sentido da palavra. Temos que dar tempo ao Joãozinho porque chegou há pouco tempo, está no primeiro ano de sénior e a realidade em que estava é bem diferente desta.
Com essas condicionantes, sabíamos que seria muito complicado preparar o meio-campo e ter o Piolho (Rui) e o Bruno (Fogaça) em simultâneo não é muito normal. Tanto que, no ano passado, o Osório raramente jogava com o Piolho… Ou jogava um ou outro e raramente faziam ambos os noventa minutos. O Bruno tem características parecidas com as do Piolho e admito que foi um risco jogar com os dois ao mesmo tempo, mas foi um risco que quisemos assumir.
Na primeira parte estivemos um bocado perdidos e o Anadia teve algumas oportunidades que nos assustaram mas corrigimos e melhorámos e, na segunda parte, o Anadia não teve grandes oportunidades, à exceção da fase final, com as bolas bombeadas para a área.
Mas é um campeonato muito equilibrado, muito competitivo e temos que estar prontos para isto.

O próximo jogo é em Estarreja e será a primeira deslocação fora de portas, num terreno tradicionalmente complicado. Quais as primeiras impressões quanto ao adversário?

O Estarreja reforçou-se muito e bem. Sabemos da sua valia, uma equipa com boa qualidade individual, mas queremos ir lá para jogar olhos nos olhos e ganhar o jogo. Sabemos da dificuldade que temos mas, se não a tivéssemos, não tinha tanta piada. Sabe bem quando é sofrido, também.
Este campeonato é muito competitivo e equilibrado, todos querem fazer pontos. Hoje a pressão era ainda maior porque ninguém queria perder, é sempre mau… Entrar com um empate é menos mau, mas depois de uma pré-época de 4/5 semanas a preparar um jogo, todos querem vencer. A partir daqui tudo volta ao ciclo normal, com jogo de semana a semana – com a possível exceção das alturas de Taça – mas o primeiro jogo é sempre complicado quanto à questão da gestão das emoções e por isso é que digo que temos que saber sofrer… E, quanto a isso, tenho que dar os parabéns pelo espírito de sacrifício que tivemos e não tenho dúvidas que, a partir daqui, conseguiremos aumentar os nossos momentos de qualidade.

Sanjoanense vs Anadia (Pêpa) em áudio

 


 

Alex foi maestro no regresso tão desejado!

Sanjoanense, de regresso aos Nacionais, entrou da melhor forma na nova época.

Alex, com dois golos, foi figura de destaque.

Foi na solarenga tarde do último domingo que a Sanjoanense recebeu e venceu o Anadia por 2-1, no jogo inaugural da Série D do Campeonato Nacional de Seniores (CNS) 2014/2015.

E pode dizer-se que os alvinegros entraram no Campeonato com o pé esquerdo… O pé esquerdo bem afinado de Alex que, tendo marcado os dois golos, se tornou na figura do jogo.

A partida começou bastante equilibrada e muito jogada a meio campo, com ambas as formações a procurarem errar o mínimo possível, procurando a melhor forma de desfazer a estratégia defensiva adversária. Tanto que, só perto dos 20 minutos é que surgiu a primeira ameaça, com Diogo a ter que negar, com uma bela intervenção, o 0-1.

No entanto, não teria que se esperar muito mais para que se visse o marcador a mexer. À passagem do minuto 25, Mário assistiu Alex, depois de um trabalho fenomenal, e o extremo, já depois de ter cabeceado à trave, disferiu um potente remate e fez o primeiro golo alvinegro na nova época.

Mesmo com a vantagem dos homens da casa, o jogo continuava a pautar-se pelo equilíbrio e, logo no minuto seguinte, o Anadia poderia ter restabelecido a igualdade, não fosse de novo a intervenção atenta de Diogo.

O Anadia parecia melhor por esta altura e, à passagem da meia hora, dispôs de uma oportunidade de ouro para igualar o marcador. Num lance algo confuso, Renato Mendes, o árbitro da partida, apontou para a marca de grande penalidade, por alegada mão na bola de um defesa alvinegro mas, chamado a converter, Branco, capitão de equipa, atirou ao lado.

Mesmo assim, o Anadia não baixava os braços e acabaria mesmo por conseguir o empate. A cinco minutos do descanso, Parreira cobrou, de forma exímia, um livre à entrada da área, fazendo a bola sobrevoar a barreira e entrar perto do ângulo superior.

Os comandados de Pêpa, a jogar perante os seus adeptos – em bom número, diga-se –, estavam bem cientes da importância da conquista dos três pontos e, mesmo em cima do intervalo, Alex voltou a ter nos pés a vantagem mas, cara-a-cara com o guarda-redes, desviou a bola do seu alcance e acabou por ver o golo negado pelo poste.

O empate ao intervalo justificava-se pelo trabalho e pelas oportunidades criadas de ambos os lados e deixava antever uma segunda metade marcada pela procura contínua pelo golo.

No entanto, os segundos 45 minutos acabariam por revelar-se mais calmos. Ainda assim, a Sanjoanense entrou a todo o gás e dificilmente poderia esperar um início melhor. Com apenas oito minutos jogados, Mário voltou a assistir Alex e o jovem, depois de ganhar posição sobre a defesa contrária, voltou a ficar na cara do guardião adversário mas, desta vez, não perdoou.

Em vantagem, os homens de São João da Madeira procuravam gerir o jogo, mas a formação de Anadia não desistia e procurava, naturalmente, um resultado positivo. Contudo, as oportunidades claras de golo escasseavam, apesar das tentativas imensas, principalmente nos últimos minutos de jogo, altura em que, sem nada a perder, os visitantes se lançaram para o último terço, essencialmente apoiados pelo jogo direto e por uma pressão bastante intensa.

Mas, mesmo em dificuldades, acentuadas pelas ausências forçadas de Letz (a cumprir um jogo de castigo por expulsão nos últimos jogos da época transata) e Gian (cujo certificado internacional não chegou atempadamente), jogadores que poderiam trazer alguma segurança nos processos defensivos, a formação alvinegra não se deixou surpreender e agarrou com toda a força os primeiros três pontos da época, regressando da melhor forma à disputa dos Campeonatos Nacionais.

Na próxima semana, a Sanjoanense terá a primeira deslocação fora de portas ao sempre difícil Estádio Dr. Tavares da Silva, em Estarreja.

11 Inicial: Diogo, Tiago, João Pinto, Edgar e Markitos; Muxa, Fogaça e Piolho (Rui); Stefan, Alex e Mário.

Jogaram ainda: Vítor Silva (Stefan), Joãozinho (Fogaça) e Pardal (Markitos).

Entrevista com o Mister Pepa

mister pepa

A menos de uma semana do início da nova época, Pêpa abre o jogo e fala das ambições de um plantel jovem, mas recheado de qualidade.
No ano que marca o regresso da Sanjoanense aos Nacionais, o objetivo passa pela consolidação do clube e por acabar com o constante “sobe e desce”.

1- A época passada marcou a sua estreia como treinador principal de uma equipa sénior e foi, sem dúvida, inesquecível. Depois da subida conquistada na última temporada, qual é o objetivo principal para a nova época?

O objectivo principal passa por estabilizar o clube nos campeonatos nacionais. Terminar de uma vez por todas com o sobe e desce de divisão. Depois temos a nossa imagem, espirito e ambição que terá de ser colectiva e de todos. Queremos lutar em todos os jogos e campos, casa e fora, pelos 3 pontos em disputa.

2- O plantel, à semelhança da última temporada, caracteriza-se pela mistura da juventude e da experiência. Está contente com o rol de jogadores de que dispõe?

Estou satisfeito, sabemos bem das dificuldades em relação a orçamentos, mas como já o disse anteriormente, não são os orçamentos que ganham os jogos. Temos um grupo de trabalho que vai crescer muito ao longo da época, sinto que tenho boa matéria-prima para trabalhar.

3- Os últimos anos têm demonstrado uma aposta clara na “prata da casa”. Está época são 14 os jogadores que provêm da formação do clube. É, certamente, um motivo de grande orgulho…

Grande orgulho mesmo, mas esse orgulho tem de se mostrar no apoio à equipa. Temos muita juventude, média de 23,5 anos de idade e muitos jogadores da formação do clube. Não existe mais clube nenhum com tanto produto da formação como nós na nossa série. Orgulho sim, mas queremos exigência e que sejamos todos uma mais-valia para o clube. Queremos uma equipa com uma identidade muito vincada.

4- Conta com mais mexidas na equipa, em termos de entrada ou saída de jogadores?

Estou satisfeito com o plantel à disposição e, se não tiver de sair ninguém por motivos pessoais, é com estes 24 jogadores que vamos para a grande maratona de batalhas que teremos pela frente.

5- Tendo ficado na Série D, a Sanjoanense evita rivais difíceis como o Espinho ou o Lourosa mas terá que se deslocar por duas vezes à Madeira. Quais são as primeiras impressões sobre o campeonato que se avizinha?

Tenho muita pena de não jogarmos com Espinho e Lourosa, equipas fortes e competitivas. Em relação ao campeonato nacional da série D, temos adversários muito fortes, com jogadores igualmente experientes e antigos profissionais ou até mesmo semiprofissionais, algo que gostamos, queremos e estamos ansiosos para defrontar as equipas que teremos pela frente. Não tenho duvidas que das 10 equipas da nossa série, 8 estão com objectivos bem claros que jogar olhos nos olhos seja contra quem for.

6- E quanto ao Anadia, o primeiro adversário?

O Anadia conseguiu manter 15 jogadores da época passada, algo que ajuda na assimilação dos processos. O treinador já tinha passado pelo clube e é muito competente. Temos a equipa preparada para o Anadia, temos o Anadia estudado ao pormenor, sabemos que é um adversário forte, como todos os outros. Mas para terminar tenho de dizer algo: Seremos sempre meticulosos no estudo do adversário, mas sinceramente, preocupo-me mais com a nossa equipa, na nossa organização e naquilo que vamos conseguir fazer dentro de campo. Não tenho duvidas que a equipa vai dar uma boa resposta e entrar forte no campeonato.

A Sanjoanense inicia o campeonato no próximo domingo, dia 24, estando o pontapé de saída marcado para as 17h, no Estádio Conde Dias Garcia.
O apoio de toda a massa associativa e simpatizante será essencial para que se alcancem os objetivos de uma exigente, mas certamente muito atractiva, temporada desportiva.

TODOS AO ESTÁDIO, O FUTEBOL ESTÁ DE VOLTA!

De volta aos Nacionais!

cns

O arranque da nova época de Futebol está marcado para dia 24 de Agosto às 17h com a Sanjoanense a defrontar o Anadia no Conde Dias Garcia.  Antes disso, a Sanjoanense tem dois encontros marcados, o primeiro para dia 13 de Agosto às 19h frente ao Grijó em São João da Madeira e o último e derradeiro teste no dia 16 de Agosto pelas 17h em Lourosa. Contamos com a tua presença, o teu apoio é fundamental para trazer ao nosso clube a força que outrora demonstrava de Norte a Sul do País, pois a Sanjoanense, és tu!

ESTAMOS DE VOLTA AOS NACIONAIS!

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A SANJOANENSE ÉS TU!